Empatado tecnicamente com Lindberg Farias (PT) na liderança das
pesquisas de intenção de voto para o Senado, Marcelo Crivella (PRB) é o
principal alvo da atenção dos adversários. Ao considerar Lindberg
“praticamente eleito”, Jorge Picciani (PMDB) acredita que disputa a
segunda vaga com o ex-bispo da Universal e não economiza ataques contra
ele. Enquanto isso, Cesar Maia (DEM) e Lindberg tentam conquistar o voto
de evangélicos.
Picciani fala abertamente que deseja conquistar eleitores de
Crivella. Empatado tecnicamente com Cesar Maia (DEM) nas pesquisas, ele
já articulou apoio de católicos à sua candidatura. Na TV, sua coligação
exibiu inserção afirmando que Crivella quer deixar o Senado já há alguns
anos, toda vez que tenta se eleger para cargos executivos.
“Acho que há um confronto direto. Agora que Cesar está fora, a população tem que decidir se eu ou Crivella somos melhores para o Rio”, analisa.
“Acho que há um confronto direto. Agora que Cesar está fora, a população tem que decidir se eu ou Crivella somos melhores para o Rio”, analisa.
O ex-prefeito do Rio, Cesar Maia, que se apresenta na TV como
“defensor dos valores cristãos”, não ataca Crivella. Desde o início da
campanha, seus colaboradores realizam reuniões com evangélicos em que
são defendidas, por exemplo, posições contra o aborto.
Lindberg, por sua vez, adota estratégia de conciliação. Ontem, no último
dia de horário eleitoral, voltou a exibir depoimento do evangélico R.R.
Soares de apoio à sua candidatura. Desde o início da campanha, o
ex-prefeito de Nova Iguaçu não ataca adversários, inclusive Crivella,
com quem divide apoio de Lula.
O senador permanece em silêncio. Colaboradores de sua campanha, entretanto, se mostraram revoltados com o envio de e-mails apócrifos dos quais ele tem sido alvo. Ontem, sua campanha emitiu nota oficial classificando o envio das mensagens como “covarde” e atribui a autoria dos e-mails a adversários que, “vendo a possibilidade da vitória iminente de um homem de bem, cuja liderança nas últimas pesquisas é incontestável, apelam para esses artifícios”.
O senador permanece em silêncio. Colaboradores de sua campanha, entretanto, se mostraram revoltados com o envio de e-mails apócrifos dos quais ele tem sido alvo. Ontem, sua campanha emitiu nota oficial classificando o envio das mensagens como “covarde” e atribui a autoria dos e-mails a adversários que, “vendo a possibilidade da vitória iminente de um homem de bem, cuja liderança nas últimas pesquisas é incontestável, apelam para esses artifícios”.
Sirkis sai em defesa de Crivella
Até mesmo o presidente do PV no Rio de Janeiro, Alfredo Sirkis, focou
a sua atenção em Crivella. Ele publicou artigo na Internet defendendo
ex-bispo e classificando-o como uma pessoa “correta”.
O verde ainda critica Jorge Picciani e o governador Sérgio Cabral (PMDB) e afirma ser “repugnante” os ataques feitos a Crivella na internet. Sirkis também prevê que o “que estão fazendo com Crivella” vai acabar gerando votos úteis contra Picciani, beneficiando o ex-bispo.
Integrante da coligação do desafeto Cesar Maia, Sirkis não declara seu segundo voto para o Senado em Crivella, mas diz que desisitiu de votar em Milton Temer (PSOL). Ele só deixa explícito o voto em Marcelo Cerqueira (PPS).
O verde ainda critica Jorge Picciani e o governador Sérgio Cabral (PMDB) e afirma ser “repugnante” os ataques feitos a Crivella na internet. Sirkis também prevê que o “que estão fazendo com Crivella” vai acabar gerando votos úteis contra Picciani, beneficiando o ex-bispo.
Integrante da coligação do desafeto Cesar Maia, Sirkis não declara seu segundo voto para o Senado em Crivella, mas diz que desisitiu de votar em Milton Temer (PSOL). Ele só deixa explícito o voto em Marcelo Cerqueira (PPS).





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